sábado, 1 de dezembro de 2012

Rentabilidade - Novembro de 2012

Olá a todos, vamos ao nosso balanço do mês. Conforme prometido esse mês foi aporte triplo para compensar setembro e outubro sem aportes. O rendimento mensal em cota foi de 1,14% contra 0,71% do Ibovespa. Isso dá 0,42% acima do índice, portanto não atingi a meta de pelo menos 0,80% acima. Mas no acumulado do ano estou acima da meta.


Girei bastante a carteira, comprando com a grana do aporte e com o levantado da venda de algumas empresas. Recebi ao todo R$ 196,00 de proventos de seis ações, que foram usados nessas compras.

Essa é minha carteira com 25 empresas, sendo que cada uma compõe cerca de 4% do total. Em dezembro o aporte volta ao normal.
 


aviso que a publicação do balanço de dezembro vai atrasar, pois estarei flanando na Europa. Afinal, se vier o fim do mundo, que pelo menos seja desfrutando no velho continente.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Investir com base no P/VP é eficaz?

Olá a todos, volto aqui para falar de outro múltiplo muito usado na seleção de ativos. Nesse post Investir com base no Preço/Lucro é eficaz? eu apresentei os resultados de uma carteira montada exclusivamente com base no Preço/Lucro. Agora eu vou falar do múltiplo P/VP e apresentar os resultados que teríamos com uma carteira montada exclusivamente com esse múltiplo.

Esse múltiplo é muito famoso também e bastante utilizado principalmente pelos investidores que adotam a filosofia de investir em valor.  

Resumidamente, o P/VP é razão entre o preço da ação e o valor patrimonial da ação. O primeiro é simplesmente o preço da ação na bolsa de valores. O segundo é o valor patrimonial de uma ação calculado com base no patrimônio líquido lançado no balanço contábil da empresa e no número de ações do capital social.

Valores abaixo de 1 significam que o preço da ação no mercado é inferior ao valor contábil dela e acima de 1 o inverso. A teoria do investimento em valor prega que quanto menor o P/VP melhor. Mas será?

Os resultados abaixo foram tirados do livro What Works on Wall Street de James O'Shaughnessy. Mas primeiro, há que se entender como e quais os critérios utilizados por ele para se calcular os benefícios do P/VP na seleção de ações por meio de uma análise quantitativa simulada em computador. O período estudado vai de 1927 a 2009, portanto incríveis 83 anos.

Ele com base no preço histórico de cada ação e do seu valor patrimonial calculou o P/VP do total de ações e ordenou do menor para o maior P/VP. Daí, ele montou várias carteiras virtuais no qual ele investia $10.000 no conjunto de ações que integrasse cada faixa de 10% da ordenação de P/VP. O valor investido era rateado igualmente entre todas as ações que integrasse esse cada decil (10%).

O investimento era todo feito num determinado mês e rebalanceado a cada 12 meses, com base numa nova ordenação de P/VP, do menor para o maior. Para evitar a tendência de um mês do ano ser melhor para comprar ou vender do que outros meses, ele montou, na verdade, doze carteira para cada decil, cada uma com o investimento e rebalanceamento num determinado mês, e daí calculou o resultado médio. Nenhum investimento era feito ao longo do estudo, portanto existia apenas o investimento inicial que era rebalanceado anualmente.

A primeira coluna apresenta o resultado da carteira montada com as ações dos P/VP 10% menores. A segunda coluna é o resulado com uma carteira montada com a faixa dos 20%. A última coluna é o resultado de uma carteira composta por todas as ações existentes, que representam o desempenho do mercado.


Primeiro decil Segundo decil Todas ações
Retorno médio ao ano 11,33% 12,68% 10,46%
Desvio padrão 29,26% 23,73% 21,67%
Meses positivos 603 622 606
Meses negativos 393 374 390
Índice Sharpe 0,22 0,32 0,25
$ 10.000 virou $ 74.047.642 $200.324.516 $38.542.780
 
A primeira observação é que o primeiro decil, o conjunto de 10% de ações com os menores P/VP não apresentou o melhor resultado, diferentemente do resultado carteira P/L que respeitou religiosamente a regra de que quanto menor melhor. O melhor resultado foi encontrado no segundo decil.

O primeiro decil, além de ter perdido no rendimento acumulado para o segundo decil, apresenta maior volatilidade medida pelo desvio padrão. O resultado disso é que o primeiro decil apresenta índice Sharpe bem abaixo do do segundo decil e até abaixo do Sharpe do mercado.

O índice Sharpe serve para comparar a eficiência da rentabilidade de uma carteira. Como de investimentos com maior risco se espera maior rentabilidade do que de um de menor risco, é injusto comparar a rentabilidade obtida por investimentos com riscos diferentes. Então, para isso, existe esse índice que permite comparar qualquer tipo de investimento, mesmo com rentabilidades e riscos diferentes um dos outros. Esse índice quanto maior melhor.

Em termos de índice Sharpe, o melhor decil mesmo foi o terceiro. Com rendimento de 12,28%, inferior ao do segundo, mas com volatilidade menor de 21,58%, acabou com Sharpe de 0,34.

A tabela abaixo mostra o desempenho de cada decil. Se alguém tivesse investido no décimo decil teria com seus 8,1% de rentabilidade anuais produzido $6.440.263 a partir do $10.000 contra os duzentos milhões do segundo decil.

 
A tabela abaixo ilustra melhor a comparação do rendimento de cada decil e do mercado.

 
O gráfico abaixo tirado do livro mostra o excesso de rentabilidade da carteira do primeiro decil P/VP sobre o mercado, considerando uma média móvel de 5 anos. Infelizmente o livro não trás esse mesmo gráfico para o segundo decil, que foi de melhor resultado.


Pelo gráfico vê-se que o baixo P/VP no geral bate o mercado, porém há longos períodos de até dez anos em que esse múltiplo perde do mercado. Por conta disso, o autor alerta para análises desse múltiplo com períodos pequenos, pois dependendo do período estudado é possível concluir que o P/VP ganha, perde do mercado ou até é indiferente.

Pelos resultados não há como negar que existe relação entre o P/VP e o rendimento, porém considero esse múltiplo um drive mais fraco que o P/L. Primeiro pelo rendimento inferior do primeiro decil, provavelmente contaminado com empresas falimentares de baixo P/VP, o que exige não apenas uma ordenação com se fez com o P/L, mas um poda dessa ponta podre. Segundo que o rendimento apresentado foi inferior ao do P/L.  

Mas e você? ainda se sente tranquilo comprando mplu3, natu3, lame4 e cruz3, todos com P/VP maior que 20, quando a média do mercado das empresas com patrimônio líquido positivo é de 2,15?

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Rentabilidade - Outubro de 2012

Olá a todos, mais um mês que vai e meta atingida. A carteira caiu 2,41% contra queda de 3,56% do Ibovespa. Assim, fiquei a frente do índice por 1,19%, acima da minha meta de 0,80%. Apesar de ter perdido dinheiro isso não importa, porque o conta para mim é a meta cumprida ou não. Tanto é que em setembro obtive um excelente ganho de 2,94%, mas como o índice subiu mais que isso eu não cumpri a meta. Ou seja, este mês estou feliz, mesmo perdendo dinheiro, e mês passado fiquei triste, mesmo ganhando dinheiro.



Mais um mês que não fiz aporte. Preferi aguardar a safra de balanços que já começou. Então em novembro vai ter aporte triplo. Não se assustem com o valor. Abaixo segue a carteira atual. Destaque para elet3 e rsid3, que estão afundando o rendimento. Em compensação tem fjta4. Recebi uns troquinho de proventos que estão na conta da corretora, num lembro agora, mas não deu cem reais.


Novembro, então, vai ser movimentado para mim. Muitas compras depois de dois meses só babando nas prateleiras. Até logo.

sábado, 13 de outubro de 2012

Investir com base no Preço/Lucro é eficaz?

Olá gente, esse é o primeiro post que faço para tratar de algum assunto de investimento, que não sobre a rentabilidade da minha carteira.

Um dos mais antigos métodos para seleção de ações é a análise dos dos múltiplos de um grupo de ações. Um múltiplo é simplesmente a razão entre dois parâmetros de alguma relevância para o investidor. O objetivo do múltiplo é permitir a comparação entre diversas ações e assim raqueá-las da mais barata à mais cara com base num mesmo critério.

Existem dezenas de diferentes múltiplos, mas existe um que é disparado o mais popular: Preço/Lucro, ou simplesmente P/L. Devido a sua simplicidade de cálculo, facilidade de entendimento e principalmente por compreender dois parâmetros obviamentes importantes para o investidor, o preço que ele paga e o lucro que dá pelo o que ele está pagando, esse múltiplo é o mais divulgado, observado e discutido do universo das ações. E a crença popular diz que quanto menor o P/L melhor.

Mas então fica a pergunta: o P/L é realmente eficaz na seleção de ações baratas e com potencial de valorização? se sim, quanto eficaz?

No Brasil, só é possível responder essas perguntas qualitativamente, com base na experiência e sentimento de investidores e gestores, pois não há estudos de longo prazo sobre isso. Porém, nos EUA, país das estatísticas, James O'Shaughnessy tem respondido essas perguntas desde 1996, quando lançou o seu livro What Works on Wall Street. Este livro teve a quarta edição lançada no ano passado e vou aqui apresentar os resultados que ele encontrou.

Primeiro, há que se entender como e quais os critérios utilizados por ele para se calcular os benefícios do P/L na seleção de ações por meio de uma análise quantitativa simulada em computador.

Ele com base no preço histórico de cada ação e do lucro da época calculou o P/L do total de ações (13.000 ao longo do período estudado) e ordenou do menor para o maior P/L. Daí, ele montou uma carteira virtual no qual ele investia $10.000 no conjunto de ações que integrasse os 10% com os menores P/L. O valor investido era rateado igualmente entre todas as ações que integrasse esse primeiro decil (10%).

O investimento era todo feito num determinado mês e rebalanceado a cada 12 meses, com base numa nova ordenação de P/L. Para evitar a tendência de um mês do ano ser melhor para comprar ou  vender do que outros meses, ele montou, na verdade, doze carteira, cada uma com o investimento e rebalanceamento num determinado mês, e daí calculou o resultado médio. Nenhum investimento era feito ao longo do estudo, existia apenas o investimento inicial que era rebalanceado anualmente.

Não vou entrar em detalhes, mas ele teve cuidado para evitar a influência de look-ahead bias, survivorship bias e data mining

O período estudado vai de 1964 a 2009, portanto 46 anos. Interessante registrar que ele diz que para ter 95% de confiabilidade são necessários pelo menos 25 anos de dados, pois dependendo de fatores da conjuntura econômica, as estratégias baseadas em múltiplos apresentam desempenhos diferentes, assim, afim de compreender todas essas variações, quando mais longo o período avaliado, mais relevante o resultado e vice versa.

Chega de papo e vamos ao que interessa:

A primeira coluna apresenta o resultado da carteira montada com as ações dos P/L 10% menores. A outra coluna é o resultado de uma carteira composta por todas as ações existentes, que representam o desempenho do mercado.


Primeiro decil Todas ações
Retorno médio ao ano 16,25% 11,22%
Desvio padrão 18,45% 18,99%
Meses positivos 351 329
Meses negativos 201 223
Índice Sharpe 0,61 0,33
$ 10.000 virou $ 10.202.345 $ 1.329.513

Verificamos que a carteira baixo P/L bateu o mercado por uma diferença de 5% ao ano. Pode parecer pouco, mas aguarde para ver o que juros compostos fazem.

O desvio padrão indica a volatilidade da carteira, o que pode ser entendido também como risco. Maior desvio padrão, maior volatilidade e maior risco. O desvio padrão das carteiras foram similares, mas a carteira baixo P/L foi um pouco melhor.

Isso é ótimo, pois significa que além de retorno maior, esse retorno não veio acompanhado de risco maior, algo normal no mundo dos investimentos, até pelo contrário, o risco foi até menor.

Ao longo dos 46 anos, a carteira baixo P/L ficou mais meses com ganhos que o mercado.

O índice Sharpe serve para comparar a eficiência da rentabilidade de uma carteira. Como de investimentos com maior risco se espera maior rentabilidade do que de um de menor risco, é injusto comparar a rentabilidade obtida por investimentos com riscos diferentes. Então, para isso, existe esse índice que permite comparar qualquer tipo de investimento, mesmo com rentabilidades e riscos diferentes um dos outros. Esse índice quanto maior melhor.

Então vemos que como os riscos são similares, mas a rentabilidade da carteira baixo P/L é maior, o seu Sharpe também é maior.

Agora veja o resultado financeiro do juros compostos. Ao final de 46 anos, os $10.000 viraram mais de dez milhões, enquanto o mercado fez pouco mais de um milhão. Uma diferença de 650%.

O gráfico abaixo tirado do livro mostra o excesso de rentabilidade da carteira baixo P/L sobre o mercado, considerando uma média móvel de 5 anos. O desempenho do baixo P/L foi superior 90% do tempo.


A tabela abaixo mostra o desempenho de cada decil. Interessante notar que menor P/L sempre é uma situação vencedora. Não há decil que desrespeite a regra de que quanto menor melhor. Se alguém tivesse investido no décimo decil teria com seus 5,5% de rentabilidade anual produzido $118.000 a partir do $10.000 contra os mais de dez milhões do primeiro decil.


 A conclusão de O'Shaughnessy é que baixo P/L rende substancialmente melhor que o mercado pelo mesmo risco oferecido. Cita que isso é algo que Graham e Dodd já sabiam na década de 40, tanto que no livro Security Analysis, eles dizem "Pessoas que habitualmente compram ações com P/L maior que 20 são prováveis perdedoras de dinheiro no longo prazo"

A minha conclusão é que de fato o P/L é um drive poderoso para indicar potencial de rentabilidade. Se a única informação que eu tivesse entre duas ações fosse o P/L não teria dúvida de pegar o menor. Mas nunca temos somente esse informação, não é? Temos também vários outros múltiplos. Mas isso é assunto para outros posts.

Mas e você? ainda se sente tranquilo comprando ambv4, natu3 e cruz3 com P/L de 27, quando a média do mercado é de 12?

sábado, 29 de setembro de 2012

Rentabilidade - Setembro de 2012

Este mês não alcancei minha meta. Em julho também não tinha conseguido, mas agora foi bem pior, pois perdi também para o Ibovespa. Foi a primeira vez que isso aconteceu. O meu rendimento foi de 2,94%, contra 3,70% do Ibovespa. Isso fez queimar um gordura de rendimento que eu tinha sobre o Ibovespa. O ganho acumulado no ano baixou de 5,32% para 4,55%, mas ainda acima da meta acumulada de 3,24%.


Como você deve ter notado eu não aportei nada este mês. Isto se deu, porque quando o Ibovespa disparou a partir da segunda semana de setembro eu fiquei bloqueado com a alta e não consegui seguir com a minha diretriz de aportar 10k por mês. Confesso que isso foi errado, pois tenho que pensar no longo prazo e não em variações momentâneas.

Por sorte, houve um recuo parcial dos preços e vou tentar compensar o aporte em outubro, se bem que em novembro começa a safra de balanços e não gosto muito de comprar às vesperas de balanço, pois é quando os múltiplos fundamentalistas estão os mais velhos possíveis. 

A única mudança na carteira foi que vendi pomo3 por R$ 10,45. Entrou na conta uns trocados de dividendos do Banco do Brasil.
 


Apesar da queda do Ibovespa nos últimas dias de setembro, até que o mercado fechou bem generoso. Bem diferente do que eu imaginava que iria ser. Mas como meu pessimismo não mudou nada, não espero nada de bom para outubro.

sábado, 1 de setembro de 2012

Rentabilidade - Agosto de 2012

Esse mês foi espetacular. Bati a minha meta com folga. O melhor ainda que foi de virada. Explico. Até a terceira semana de agosto o rendimento da minha carteira estava oscilando em torno do rendimento do Ibovespa, porém na última semana descolou do Ibovespa e até ultrapassou a meta. Obtive no mês rendimento de 3,50% contra 1,72% do Ibovespa. Rendimento 1,75% superior, portanto atingindo a meta que estipulei de 0,80% superior ao Ibovespa.
 


O aporte foi de R$ 10.000. Pingou na corretora também R$ 53,00 de proventos da eter3, goau3, bbas3 e pcar4. Terminei o mês com R$ 42.494,60. O rendimento acumulado no ano desde maio é de 10,26%, assim 5,32% acima do Ibovespa no mesmo período. Pela meta acumulada eu deveria ter no mínimo 2,42%, então estou quase 4 meses adiantado. Verde é acima da meta, vermelho abaixo. Tudo é ganho real calculado pelo sistema de cotas.

Outra forma de ver a valorização acumulada frente ao Ibovespa é verificar que o valor da cota fechou em R$ 600,82, o que equivale a 60.082 pontos, enquanto Ibovespa fechou em 57.061. Isso é possível, porque quando iniciei o investimento em maio adotei o valor da cota igual ao Ibovespa de então (544,90 = 54.490).

Divulgo pela primeira a minha carteira, porque este mês com as compras que fiz atingi a faixa de papéis que pretendo manter. Tenho 23 papéis e pretendo ter entre 20 a 25.


Fração é o percentual do valor atual do papel no total da carteira. Quant é total de ações. Cotação, valor de fechamento de agosto. Preço médio, o valor de compra. Rend, o rendimento da compra até esse fechamento. Além desses papéis, sobrou R$ 1.150,00 na conta da corretora.

O peso dos papéis varia de 2,5% a 8% da carteira por causa do preço variado do lote mínimo, já que evito o fracionário (veja a merda que deu quando tentei comprar vivt3 no fracionário), mas a intenção futura é que cada papel varie de 4 a 5% do total e isso será possível quando a carteira tiver um valor maior. 

Este mês já realizei umas vendas, e agora que atingi a quantidade de papéis, para fazer a compra de um papel novo precisarei vender algum outro antes.

E que se iniciem os trabalhos de setembro, para os quais estou sentindo maus fluidos a frente.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Rentabilidade - Julho de 2012

Mais um mês encerrado, ou melhor, apenas o segundo ainda. Esse mês essa alta no final pegou todo mundo de surpresa, fazendo a felicidade de muitos com seus bons rendimentos em renda variável. 

Comigo não foi diferente. Obtive alta de 3,83% contra 3,51% do Ibovespa. Apesar disso não obtive a minha meta de superar em 0,80% o índice. Consegui superar por 0,60%. Foi quase. 

Abaixo você vê os detalhes. Fechei o mês com 31.548,00 reais. A coluna % mês/ibov é a relação entre o meu rendimento e o Ibovespa. Verde significa que foi acima da meta e vermelho abaixo da meta de 0,80%. A coluna % ano é o acumulado do ano, no caso partir de junho. A coluna % ano/ibov é o rendimento acumulado em relação ao ibov. Como em junho fiquei bem acima do ibov, ainda estou acima da meta acumulada, que é a última coluna.


Repare que eu adotei propositadamente o primeiro valor da cota igual ao Ibovespa do fim de maio, que foi de 54.490 pontos. Assim a evolução do valor da cota já dá uma noção do rendimento absoluto da carteira. Por exemplo, o valor final da cota de julho foi 580,49, o que equivaleria a 58.049 pontos, portanto acima do Ibovespa que foi 56.097. Essa idéia eu copiei do valor da cota do Bova11.